sábado, maio 18, 2024
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    Trégua entre Israel e Hamas entra no último dia nesta segunda-feira (27)

    Trégua entre Israel e Hamas entra no último dia nesta segunda-feira (27), para a libertação de reféns e entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza. Entretanto, Estados Unidos, Catar e mediadores internacionais trabalham para prolongar a pausa no conflito.

    O acordo prevê um cessar-fogo temporário de quatro dias, que começou na sexta-feira (24). O Hamas se comprometeu a libertar cerca de 50 reféns. Por outro lado, Israel concordou em soltar 150 palestinos presos no país.

    Até a madrugada desta segunda-feira, o Hamas havia libertado 58 reféns, enquanto Israel soltou 117 palestinos.

    O governo de Israel afirmou que poderia prolongar a trégua em um dia para cada 10 reféns adicionais libertados pelo Hamas.

    Trégua entre Israel e Hamas entra no último dia, podendo prorrogar

    No sábado (25), o jornal israelense Haaretz declarou que o Hamas encontrou de 10 a 20 reféns adicionais que podem, potencialmente, serem soltos. Caso o cenário se concretize, a expectativa é que a trégua dure até quarta-feira (29).

    O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse no domingo (26) que representantes norte-americanos e do Catar estão tentando prolongar a pausa pelo maior tempo possível.

    “É o nosso objetivo manter esta pausa para além de amanhã [27/11], para que possamos continuar a ver mais reféns a sair e a enviar mais ajuda humanitária para aqueles que necessitam em Gaza”, disse Biden.

    Cerca de 180 pessoas permanecem em cativeiro em Gaza – incluindo cerca de uma dúzia de crianças – o que dá ao Hamas uma vantagem na sua luta contra Israel.

    Em Israel, no entanto, alguns temem que uma pausa prolongada possa dar tempo ao Hamas para se reagrupar e organizar as suas defesas antes do possível reinício da campanha de guerra.

    No domingo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse estar aberto a prolongar o acordo, mas também sublinhou que, após o cessar-fogo temporário, Israel retomaria a sua ofensiva com o objetivo de “eliminar o Hamas”.

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